e a gente pensa que o momento jamais vai passar, que a ferida jamais vai se cicatrizar, pensa que aquilo é o fim. Não nos imaginamos a diante, vivendo independente, imaginamos que perdemos tudo, imaginamos que fora o fim. Não sabemos que algumas perdas são necessárias, e que algumas ausências ajudam para novas presenças, que a dor é um ensinamento, e que o tempo por mais doloroso e retardo, ele passa.
Tudo começa no fundo branco de uma cabeça vazia, e aí vem aquelas tradicionais perguntas, O que te faz acreditar em alguém? O que te faz achar que o que uma pessoa parece te mostrar possa ser real? Creio que a maioria das coisas acaba sendo influência de pensamentos, de coisas boas ou ruins, de momentos, mas se for pensar bem, Quem é normal? Quem não mente? O que é real, racional ou imoral? O que você faz acaba não sendo o que você queria fazer, e o que você ouve é exatamente o que queria ouvir, porém tudo pode ser acreditável, toda mentira pode ser bem contada, mas os olhos nunca vão mentir, a dúvida corrói, a verdade dói, e a mentira te destrói, mas o caminho é lento, tudo tem volta, ainda é só o começo, pra bater com a cara no chão é preciso se jogar e se não doer bastante na primeira, cair no chão se torna rotina; Para tudo se tem uma chance e duas alternativas, dê uma escolhida e o que resta é segurar a conseqüência. Já não sei, e também não me importo, com o que é sonho ou realidade, tudo parece tão real na minha ilusão, os sentimentos e pensamentos tornam-se tão reais nos meus planos, mas a sensação de realidade sempre insiste em voltar, e despedaça tudo aquilo que era sonho e vontade de verdade, é como se estivesse em meio a um lugar lindo, limpo e verde, e derrepente a única coisa que te resta de tudo é uma folha ressecada, talvez alguma única esperança? Ou talvez a prova de que algo foi verdade? Talvez seja medo da realidade, dúvidas sobre a verdade, falta de vontade, ou simples saudade, dúvidas cruéis, pessoas infiéis, medos normais, conflitos casuais, casos banais.
domingo, 7 de novembro de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
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De que me vale falar como gente grande, suplicando como uma criança pequena; talvez a altura da imaginação e até da criatividade de certas crianças expliquem tal fato. Das mãos cheias de verdades e os pés descalços, dos pés atados e as mãos libertas, mostra que sempre estivemos acorrentados a algo, Sonhos? Gostos? Saúde? Saudade? Fé? Humildade? Poupai de toda hipocrisia contida em cada coração. Vai de cada cabeça, e do sentimento de cada um de querer voar, ou de sentir-se voando com os pés no chão, Vai de cada coração, viver sorrindo ou de sentir um sorriso se abrir em sua imaginação, Vai de cada remédio, te dar o que você precisa, ou te deixar mau por insistência, Vai da necessidade, vai da vontade, vai do medo, da intensidade, vai da conseqüência, ou da falsidade, vai da tristeza, VALE a felicidade! È como traz na narração, na música, ou num filme, ele nunca foi e nunca será uma realidade, mas cada filme toca fundo em uma emoção, te faz chorar, te faz sorrir, quem sabe até sentir dor, te ensina, te traz conhecimento, e pra muitos, cria consciência, curiosidade que traz conseqüência, então é correto afirmar que a cada filme, te matas um pouquinho mais? Ou que a cada filme aprendes uma lição diferente ? Imagine como é estar em uma cadeira de rodas, e querer mais que tudo poder andar, Você pode todos são capazes; Imagine quando vem aquela vontade de fugir e você vai pra um lugar bem longe, e todos os seus problemas somem, sim! Somem, porém acabam de começar outros talvez diferentes, mas mesmo assim terá algo pra tentar te fazer abaixar a cabeça, nenhuma mãe diz, disse ou dirá a um filho que é fácil, e nem um filho quer ir pelo lado mais difícil, porém todos querem, por algum fato natural, aprender sozinhos, desfrutar! E nada melhor do que acordar todos os dias, sabendo que algo, ou até você mesmo, quer te derrubar, Sim você se está imóvel numa cadeira de rodas, e agora vai de suas forças, e da intensidade da vontade de levantar dessa cadeira todos os dias.
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